24-09-08

Permalink 07:32:47, by money Email , 73 words, 2 views   Portuguese (PT)
Categories: Meus Desabafos !

Sistemas Ganhar Dinheiro Online



Vou apresentar aqui dois dos melhores sistemas para aganhar dinheiro online da internet portuguesa.
São sistemas que não têm qualquer custos de implementação, apenas algum trabalho de divulgação, e vêm com todas as intruções passo a passo pelo que podem ser desenvolvidos por qualquer pessoa, mesmo sem quaisquer conhecimentos de marketing e internet:

www.aformula.biz

www.link3.biz

ambos percencentes ao grupo www.pedropinto.biz

07-07-08

Permalink 07:27:51, by money Email , 990 words, 12 views   Portuguese (PT)
Categories: Contos / Historias

Uma informação, por favor...



Quando eu era criança, bem novinho, meu pai comprou o primeiro telefone da nossa vizinhança.
Eu ainda me lembro daquele aparelho preto e brilhante que ficava na cômoda da sala. Eu era muito pequeno para alcançar o telefone, mas ficava ouvindo fascinado em quanto minha mãe falava com alguém.
Então, um dia eu descobri que dentro daquele objeto maravilhoso morava uma pessoa legal. O nome dela era "Uma informação, por favor" e não havia nada que ela não soubesse.
"Uma informação, por favor" poderia fornecer qualquer número de telefone e até a hora certa.
Minha primeira experiência pessoal com esse gênio na garrafa veio num dia em que minha mãe estava fora, na casa de um vizinho. Eu estava na garagem mexendo na caixa de ferramentas quando bati em meu dedo com um martelo.
A dor era terrível mas não havia motivo para chorar, uma vez que não tinha ninguém em casa para me oferecer a sua simpatia.
Eu andava pela casa, chupando o dedo dolorido ate que pensei:
O telefone!
Rapidamente fui ate o porão, peguei uma pequena escada que coloquei em frente a cômoda da sala.
Subi na escada, tirei o fone do gancho e segurei contra o ouvido.
Alguém atendeu e eu disse:
"Uma informação, por favor".
Ouvi uns dois ou três cliques e uma voz suave e nítida falou em meu ouvido.
"Informações."
"Eu machuquei meu dedo...", disse, e as lágrimas vieram facilmente, agora que eu tinha audiência. "A sua mãe não está em casa?", ela perguntou.
"Não tem ninguém aqui...", eu soluçava. "Esta sangrando?"
"Não", respondi. "Eu machuquei o dedo com o martelo, mas tá doendo..."
"Você consegue abrir o congelador?", ela perguntou. Eu respondi que sim.
"Então pegue um cubo de gelo e passe no seu dedo", disse a voz.
Depois daquele dia, eu ligava para "Uma informação, por favor" por qualquer motivo.
Ela me ajudou com as minhas dúvidas de geografia e me ensinou onde ficava a Philadelphia. Ela me ajudou com os exercícios de matemática. Ela me ensinou que o pequeno esquilo que eu trouxe do bosque deveria comer nozes e frutinhas. Então, um dia, Petey, meu canário, morreu.
Eu liguei para "Uma informação, por favor" e contei o ocorrido.
Ela escutou e começou a falar aquelas coisas que se dizem para uma criança que está crescendo. Mas eu estava inconsolável.
Eu perguntava: "Por que é que os passarinhos cantam tão lindamente e trazem tanta alegria pra gente para, no fim, acabar como um monte de penas no fundo de uma gaiola?"
Ela deve ter compreendido a minha preocupação, porque acrescentou mansamente:
"Paul, sempre lembre que existem outros mundos onde a gente pode cantar também..." De alguma maneira, depois disso eu me senti melhor.
No outro dia, lá estava eu de novo. "Informações.", disse a voz já tão familiar.
"Você sabe como se escreve exceção?"
Tudo isso aconteceu na minha cidade Natal ao norte do pacifico.
Quando eu tinha 9 anos, nós nos mudamos para Boston. Eu sentia muita falta da minha amiga. "Uma informação, por favor" pertencia aquele velho aparelho telefônico preto e eu não sentia nenhuma atração pelo nosso novo aparelho telefônico branquinho que ficava na nova cômoda na nova sala.
Conforme eu crescia, as lembranças daquelas conversas infantis nunca saiam da minha memória. Freqüentemente, em momentos de dúvida ou perplexidade, eu tentava recuperar o sentimento calmo de segurança que eu tinha naquele tempo.
Hoje eu entendo como ela era paciente, compreensiva e gentil ao perder tempo atendendo as ligações de um menininho.
Alguns anos depois, quando estava indo para a faculdade, meu avião teve uma escala em Seattle. Eu teria mais ou menos meia hora entre os dois vôos falei ao telefone com minha irmã, que morava lá, por 15 minutos. Então, sem nem mesmo sentir que estava fazendo isso, disquei o numero da operadora daquela minha cidade natal e pedi:
"Uma informação, por favor."
Como num milagre, eu ouvi a mesma voz doce e clara que conhecia tão bem, dizendo: "Informações."
Eu não tinha planejado isso, mas me peguei perguntando: "Você sabe como se escreve exceção?"
Houve uma longa pausa. Então, veio uma resposta suave: "Eu acho que o seu dedo já melhorou, Paul."
Eu ri. "Então, é você mesma!", eu disse. "Você não imagina como era importante para mim naquele tempo."
"Eu imagino", ela disse. "E você não sabe o quanto significavam para mim aquelas ligações. Eu não tenho filhos e ficava esperando todos os dias que você ligasse."
Eu contei para ela o quanto pensei nela todos esses anos e perguntei se poderia visitá-la quando fosse encontrar a minha irmã.
"É claro!", ela respondeu. "Venha até aqui e chame a Sally."
Três meses depois eu fui a Seattle visitar minha irmã. Quando liguei, uma voz diferente respondeu: "Informações."
Eu pedi para chamar a Sally.
"Você é amigo dela?", a voz perguntou. "Sou, um velho amigo. O meu nome é Paul",
"Eu sinto muito, mas a Sally estava trabalhando aqui apenas meio período porque estava doente.
Infelizmente, ela morreu ha cinco semanas",
Antes que eu pudesse desligar, a voz perguntou:
"Espere um pouco. Você disse que o seu nome é Paul?
"Sim",
"A Sally deixou uma mensagem para você. Ela escreveu e pediu para eu guardar caso você ligasse. Eu vou ler pra você".
A mensagem dizia: "Diga a ele que eu ainda acredito que existem outros mundos onde a gente pode cantar também. Ele vai entender",
Eu agradeci e desliguei. Eu entendi...
NUNCA SUBESTIME A "MARCA" QUE VOCÊ DEIXA NAS PESSOAS.

Permalink 07:16:25, by money Email , 410 words, 12 views   Portuguese (PT)
Categories: Contos / Historias

E depois, senhor?



Um homem de negócios americano, no ancoradouro de uma aldeia da costa mexicana, observou um pequeno barco de pesca que atracava naquele momento, trazendo um único pescador. No barco, vários grandes atuns de barbatana amarela. O americano deu parabéns ao pescador pela qualidade dos peixes e lhe perguntou quanto tempo levara para pescá-los.

- Pouco tempo - respondeu o mexicano.

Em seguida, o americano perguntou por que ele não permanecia no mar mais tempo, o que lhe teria permitido uma pesca mais abundante. O mexicano respondeu que tinha o bastante para atender as necessidades imediatas de sua família.

O americano voltou à carga:

- Mas o que é que você faz com o resto de seu tempo?

O mexicano respondeu:

- Durmo até tarde, pesco um pouco, brinco com os meus filhos, tiro a sesta com minha mulher, Maria, vou todas as noites à aldeia, bebo um pouco de vinho e toco violão com meus amigos. Levo uma vida cheia e ocupada, senhor.

O americano assumiu um ar de pouco caso e disse:

- Eu sou formado em administração de empresas em Harvard e poderia ajudá-lo. Você deveria passar mais tempo pescando e, com o lucro, comprar um barco maior. Com a renda produzida pelo novo barco, poderia comprar vários outros. No fim, teria uma frota de barcos pesqueiros. Em vez de vender pescado a um intermediário, venderia diretamente à uma indústria processadora e, no fim, poderia ter sua própria indústria. Poderia controlar o produto, o processamento e a distribuição. Precisaria deixar esta pequena aldeia costeira de pescadores e mudar-se para a Cidade do México, em seguida para Los Angeles e, finalmente, para Nova York, de onde dirigiria sua empresa em expansão.

- Mas senhor, quanto tempo isso levaria? - perguntou o pescador.

- 15 ou 20 anos - respondeu o americano.

- E depois, senhor?

O americano riu, e disse que essa seria a melhor parte:

- Quando chegar a ocasião certa, você poderá abrir o capital de sua empresa ao público e ficar muito rico. Ganharia milhões.

- Milhões, senhor? E depois?

- Depois - explicou o americano - você se aposentaria. Mudaria para uma pequena aldeia costeira, onde dormiria até tarde, pescaria um pouco, brincaria com os seus netos, tiraria a sesta com a sua esposa, iria à aldeia todas as noites, onde poderia tomar vinho e tocar violão com os amigos...

27-06-08

Permalink 06:06:47, by money Email , 401 words, 11 views   Portuguese (PT)
Categories: Contos / Historias

A porta Negra



Era uma vez um país cujo rei era muito polêmico em seus atos. Ele levava prisioneiros de guerra para uma enorme sala, onde estes eram enfileirados, no centro do recinto. Neste momento, o rei entrava na sala e gritava:

- Eu vou dar uma chance para vocês! Olhem para o canto direito da sala.

Ao olharem, os prisioneiros viam alguns soldados armados de arco e flechas, prontos para a ação.

- Agora - continuava o rei - olhem para o canto esquerdo.

Ao olharem, todos os presos notavam que havia uma horrível porta negra, de aspecto dantesco. Crânios humanos serviam como decoração, e a maçaneta era a mão de um cadáver. Algo horripilante só de imaginar, quanto mais de ver.

O rei se posicionava no centro da sala e gritava

- Agora escolham: o que vocês querem? Morrer cravados de flechas ou abrir rapidamente aquela porta negra, entrando por ela enquanto tranco vocês? Agora decidam. Vocês têm livre arbítrio, escolham.

Todos os prisioneiros mostravam o mesmo comportamento: na hora da decisão, eles chegavam perto da horrível porta negra, olhavam para os desenhos de caveiras, sangue humano, esqueletos, aspecto infernal, coisas escritas do tipo "Viva a Morte", etc., e decidiam: "Quero morrer flechado". Um a um, todos agiam assim.

Mas, um dia, a guerra acabou. Passado algum tempo, um ex-prisioneiro, que jurara fidelidade ao rei, tornando-se um servo e livrando-se da terrível pena, varria a enorme sala. Ao ver o rei passar pela sala, perguntou, com toda reverência e meio sem jeito:

- Sabe, ó grande rei, eu sempre tive uma curiosidade. Não se zangue com minha pergunta, mas ...o que há além daquela porta negra?

O rei respondeu:

- Lembra que eu dava aos prisioneiros duas escolhas? Pois bem, vá e abra a porta negra.

O ex-prisioneiro, trêmulo, virou cautelosamente a maçaneta e sentiu um raio puro de sol beijar o chão feio da enorme sala. Abriu mais um pouquinho a porta e mais luz e um gostoso cheiro de verde inundaram o local. O soldado então notou que a porta negra abria para uma longa estrada. Foi aí que o ex-prisioneiro percebeu: a porta negra dava para a Liberdade.

Todos nós temos uma porta negra dentro da mente. Abra-a e deixe o sol inundar você.

16-06-08

Permalink 14:03:32, by money Email , 111 words, 26 views   Portuguese (PT)
Categories: Contos / Historias

Actitudes...



Havia uma garota cega que se odiava pelo fato de ser cega!
Ela também odiava a todos exceto seu namorado!
Um dia ela disse que se pudesse ver o mundo, ela se casaria com seu namorado.
Em um dia de sorte, alguém doou um par de olhos a ela!

Então seu namorado perguntou a ela:
Agora que você pode ver, você se casará comigo?
A garota estava chocada quando ela viu que seu namorado era cego!

Ela disse: Eu sinto muito, mas não posso me casar com você porque você é cego!
O namorado afastando-se dela em lágrimas disse:
"Por favor, apenas cuide bem de meus olhos!!!"

:: Next Page >>

Motivacionais

| Next >

Search

Choose skin

Linkblog

b2evolution

contributors

Misc

XML Feeds

What is RSS?

Who's Online?

  • Guest Users: 1

powered by
b2evolution

Estadisticas y contadores web gratis
Estadisticas Gratis